A aviação de negócios no Brasil registrou forte crescimento no primeiro semestre de 2026, com alta de 33% na movimentação de aeronaves. O país passou a incorporar, em média, 650 novas aeronaves por ano, alcançando uma frota de 11.362 equipamentos em operação. O avanço também impulsiona setores como manutenção, treinamento, hangares, aeroportos privados e condomínios aeronáuticos, modelo que ganha espaço em estados como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.
Nesse cenário, o AeroPark Camboriú, no litoral norte catarinense, prevê investimento de R$ 1 bilhão em um complexo de 2,2 milhões de metros quadrados voltado à aviação corporativa. O projeto contará com cerca de 250 lotes para hangares conectados a uma pista de 1.400 metros, expansível para 1.600 metros. "O AeroPark não só lê esse movimento como vem ser a solução para um hub logístico e de negócios regional", afirmou Everton Tomasi, diretor comercial do empreendimento. As obras estão previstas para começar em 2027, com operação plena até 2030.