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Moradores reclamam do lixo e prefeitura intensifica fiscalização
População de Diadema denuncia descarte irregular de lixo nas ruas e prefeitura reforça ações para limpeza e aplicação de multas rigorosas
Por Rádio Serraria
Publicado em 17/06/2026 11:57
Diadema
Reprodução/Redes Sociais

O descarte irregular de lixo nas ruas e calçadas de Diadema, especialmente nas áreas comerciais, tem sido motivo de reclamações constantes por parte dos moradores. A situação tem transformado as calçadas em verdadeiros “ecopontos” e lixeiras improvisadas, prejudicando a limpeza urbana e a qualidade de vida na cidade.

Em redes sociais, moradores expressaram indignação. O usuário do facebook FunTiger1505 afirmou que “tem gente que sai de casa e joga seu lixo na rua, as calçadas dos comércios viram ecoponto e lixeira dos vizinhos” e defendeu que “tem que multar mesmo esses vermes”. Ele também destacou que “as câmeras filmaram a situação”, indicando que já há monitoramento em andamento.

Por outro lado, alguns moradores ressaltam que a responsabilidade é dos próprios cidadãos. Ramos Hc comentou que “não tem como multar todo mundo, nenhuma cidade tem esse tipo de fiscalização 100%, a culpa é dos imundos que sujam a própria cidade” e comparou a situação com a vizinha São Caetano do Sul, onde “a educação lá é outro nível”. Nety Sousa Sousa também opinou que “não a culpa é dos moradores que são poucos, prefeito não tem nada a ver com a imundície de moradores não”.

Críticas à Prefeitura foram feitas por moradores como Quelli Cristina, que afirmou que “essa sujeira é direto. O prefeito vem limpa tudo, não passa nem uma semana e está nessa situação novamente”. Alguns comentários também associaram o problema a questões políticas, como Michel Sabino, que disse “foi petista ”, e Givanildo F Silva, que afirmou: “Aqui foi reduto petista. ‍♂️” e acrescentou que “espírito de porco não tem jeito... leva tempo pra eliminar esses hábitos da cidade”.

A falta de educação e cidadania foi lamentada por Márcia Fernandes, que declarou: “infelizmente alguns moradores de Diadema têm dificuldade de exercer educação e cidadania. Esse povo deveria ser multado e obrigado a limpar a sujeira” e questionou: “qual a dificuldade de fazer as coisas certas e corretas? Será que é difícil viver na limpeza?”.

Waldir Gomes também criticou a situação local: “aqui na nossa cidade demais esses pessoal não aprende, depois a prefeitura coloca taxa extra conta porque de monte de porcaria todos temos que pagar conta... Aqui na região Inamar pense num pessoal tem por aqui além de pobres de espírito são bem porcos mesmo aff”. Danny da Mata resumiu a situação dizendo: “isso aí é todo dia, população porca”. Roseli Aparecida acrescentou: “esse povo são muitos sem noção é direto fazem isso”. Por fim, Arcanja Berto questionou: “meu Deus será que essas pessoas que jogam lixos em lugares inadequados prejudicam o desenvolvimento da nossa cidade??”

Medidas oficiais - A Prefeitura de Diadema lançou em janeiro de 2026 uma  que visa conscientizar a população sobre os prejuízos do lixo jogado nas ruas e intensificar a fiscalização. As multas para quem for flagrado sujando as vias públicas variam de R$ 5.610,00 a R$ 28.050,00, com possibilidade de apreensão de veículos em casos mais graves.

Além disso, a Prefeitura disponibiliza o aplicativo COLAB, por meio do qual os cidadãos podem denunciar descarte irregular de lixo, entulho e outros resíduos, facilitando a atuação rápida dos agentes de fiscalização. Entretanto, há relatos de vários moradores que dizem ter feito uso desse aplicativo e nada de efetivo aconteceu até o momento.

O município também conta com a Lei Ordinária Nº 3853/2019, que estabelece diretrizes para a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos municipais, incluindo penalidades para o descarte irregular.

Perspectivas e recomendações - Especialistas e moradores sugerem que, para enfrentar o problema de forma mais eficaz, a Prefeitura deve intensificar a fiscalização com o uso ampliado de câmeras e agentes, ampliar campanhas educativas, melhorar a infraestrutura urbana com mais lixeiras e coleta eficiente, além de promover ações comunitárias para engajamento da população.

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